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Blocão governista ganha órfãos do PL e deputado independente e chega a 12 na Assembleia
investiga ms wendell Reis
A Assembleia Legislativa terá um blocão com metade dos deputados estaduais da Casa, com 12 integrantes. O novo bloco governista, liderado por Márcio Fernandes (MDB), ganhou deputados que perderam bancada no PL e Lídio Lopes (sem partido), que não estava em nenhum grupo.
Neno Razuk (PL), Coronel David (PL) e Lucas de Lima (sem partido) passam a integrar o bloco. Eles saíram depois que Lucas se mudou para o PL e o partido conquistou uma bancada (quatro integrantes), o que dava direito a indicações em todas as comissões, sem necessidade de formação de bloco.
Lucas de Lima teve a troca questionada na justiça e foi obrigado a sair do PL, fazendo o partido perder a classificação de bancada e o direito a indicar integrantes nas comissões. Agora, os deputados foram obrigados a integrarem o bloco para terem direito a participar de comissões. O deputado João Henrique Catan (PL), oposição ao governo de Eduardo Riedel, não acompanhará os colegas e permanecerá sozinho.
O blocão também ganhou o deputado Lídio Lopes, que atuava de maneira independente, desde que não foi apoiado para presidência da Assembleia.
Agora, a Assembleia tem um bloco com 12 deputados, outro com oito, ambos governistas; o trio do PT e João Henrique Catan. Sem bancada ou bloco, João e o trio do PT só participarão de comissões se os dois blocos deixarem. Para ter direito é preciso ter uma bancada (quatro deputados do mesmo partido) ou formar um bloco com no mínimo seis integrantes, de qualquer partido. Abaixo a formação dos blocos:
Bloco 1: Junior Mochi (MDB); Marcio Fernandes (MDB); Renato Câmara (MDB); Gerson Claro (PP); Londres Machado (PP); Antônio Vaz (PR); Pedrossian Neto (PSD); Professor Rinaldo (Podemos); Coronel David (PL); Neno Razuk (PL); Lucas de Lima (sem partido) e Lidio Lopes (Patriota).
Bloco 2: Lia Nogueira (PSDB), Mara Caseiro (PSDB), Pedro Caravina (PSDB), Paulo Corrêa (PSDB), Zé Teixeira (PSDB), Jamilson Name (PSDB), Roberto Hashioka (União) e Paulo Duarte (PSB).
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