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Tereza cumprirá ordens do PL e PP não terá candidato ao Senado em MS
investiga ms wendell Reis
A senadora Tereza Cristina (PP) seguirá ordens do PL, em acordo feito por Reinaldo Azambuja (PL) com Jair Bolsonaro (PL) e Valdemar da Costa Neto para a eleição em Mato Grosso do Sul.
Tereza prometeu mais um senador ou senadora para o PP em Mato Grosso do Sul, mas declarou na manhã desta sexta-feira que o PP não terá candidato ao Senado em Mato Grosso do Sul.
A declaração fecha as portas para Gerson Claro e Marcelo Migliolli, que aguardavam o sinal de Tereza para uma candidatura.
A lista que vazou das anotações de Flávio Bolsonaro indicaram que o PP não teria espaço na chapa e Tereza teria que se contentar com Eduardo Riedel, recém-filiado ao partido.
A lista indica que a coligação do grupo em MS terá Riedel para o governo e Reinaldo Azambuja e Capitão Contar para o Senado.
Tereza conseguiu vencer Gilberto Kassab (PSD) e levou Riedel para o PP. Kassab chegou a viajar para Mato Grosso do Sul para tentar convencer Riedel, mas não conseguiu. Pesou a gratidão de Riedel para Tereza, que foi sua madrinha na eleição para o governo.
A mudança de Riedel para o PP, pelo menos até o momento, não mexeu no governo. Integrantes do PP e do União Brasil pediram espaço, mas por enquanto não ganharam nenhuma secretaria.
O silêncio de Tereza já indicava que ela deveria se contentar com o simbolismo de um governador para o partido e com a possibilidade de ganhar uma vaga de vice na chapa de Flávio Bolsonaro.
Com expectativa de ser vice de Flávio, Tereza não quis caisar embaraços com o PL no Estado. Nesta semana, inclusive, foi citada por Valdemar como um bom nome para vice-presidente.
Na eleição passada, Tereza foi fundamental para reeleição de Adriane Lopes, inclusive enfrentando Bolsonaro e Reinaldo Azambuja. Nesta eleição, se interessou em fazer novos afilhados políticos.
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