Rachadinha? Deputado federal de MS envia emenda de R$ 300 mil ao próprio irmão em Minas Gerais

Ms News


O deputado federal Geraldo Resende (União Brasil), de Mato Grosso do Sul, destinou uma emenda parlamentar de R$ 300 mil, em maio de 2026, para Funilândia, em Minas Gerais, tendo como beneficiário seu próprio irmão, José Inácio Pereira.

A destinação levanta questionamentos sobre os critérios utilizados pelo parlamentar para encaminhar recursos públicos para outro Estado e, principalmente, para uma cidade onde está seu irmão.

Por que um deputado de MS enviou o recurso para Minas Gerais?

Uma das principais questões é entender por que um deputado federal eleito por Mato Grosso do Sul decidiu destinar R$ 300 mil para um município mineiro.

Qual foi a justificativa para a escolha de Funilândia? Houve uma solicitação formal? Qual necessidade foi apresentada para justificar o envio do recurso?

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Qual foi a finalidade dos R$ 300 mil?

Outro ponto que precisa ser esclarecido é o destino exato da emenda.

O recurso foi destinado diretamente ao município? Foi encaminhado para alguma entidade?

Qual entidade será beneficiada? Qual será a aplicação dos R$ 300 mil?

Também é necessário verificar se o dinheiro já foi empenhado ou pago e quem será responsável pela execução e prestação de contas.

Emenda destinada ao próprio irmão

O fato de o recurso ter sido direcionado ao próprio irmão do deputado acrescenta outro ponto à apuração: quais foram os critérios adotados para a indicação da emenda e se houve algum procedimento específico para garantir transparência e controle na utilização dos recursos.

A situação também levanta questionamentos sobre eventual benefício indireto decorrente da destinação da verba.

Há questionamentos sobre possível “rachadinha”?

Também surgiram questionamentos sobre uma possível prática de “rachadinha” relacionada ao recurso.

A apuração deve verificar o caminho completo dos R$ 300 mil: quem recebeu, onde o dinheiro foi aplicado, quais contratos foram firmados e se houve qualquer repasse ou benefício financeiro posterior.

O deputado Geraldo Resende deve ser procurado para explicar a destinação e esclarecer os critérios utilizados para o envio dos R$ 300 mil.


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