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Vereadores recebem documentos do Gaeco, mas pedem prazo de 60 dias para decidirem se abrem CPI
Investiga Ms Wendell Reis
A Câmara Municipal de Terenos já recebeu documentos que levaram à “Operação Spotless”, que prendeu e afastou o prefeito do Município, Henrique Budke Wancura. Todavia, deve demorar, no mínimo, 60 dias para tomar alguma providência.
O presidente da Câmara, Leandro Caramalac (PSD), informou que criou uma Sala Especial para que os 11 vereadores tenham acesso à documentação, que corre sob sigilo.
Os parlamentares estabeleceram um período de dois meses para o estudo detalhado do processo, alegando que há um grande volume de páginas e complexidade das provas.
“Após o prazo de análise, fixado em 60 dias, o colegiado se reunirá para decidir se abrirá um inquérito de investigação formal ou outras medidas regimentais”, diz a nota da Câmara.
Recentemente, a Câmara de Terenos voltou ao foco com uma operação envolvendo contratos, mas a presidência alega que não há investigação de conduta de vereadores.
“Não houve busca e apreensão na Câmara. O que ocorreu foi a identificação de empresas que prestaram serviços e que foram objeto de investigação judicial em licitações. É importante destacar que essas empresas já não possuem qualquer vínculo ou contrato com esta Casa em 2026”, afirmou Calamarac.
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