Adriane na corda bamba! Sindicato convoca assembleia para decidir greve nas EMEIs

A categoria pede reajuste salarial e vale-alimentação

Top Midia News Brenda Souza


O Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande convocou uma assembleia para deliberar sobre a proposta apresentada pela Prefeitura e a possível deflagração de greve da categoria. O edital de convocação foi publicado no Diogrande (Diário Oficial) desta terça-feira (10).

A Assembleia Geral Extraordinária está marcada para o dia 19 de fevereiro, às 18h30, em primeira chamada, na sede do sindicato, localizada na Rua Vicente Solari, nº 67, no Bairro Nova Bandeirantes. O documento é assinado pela presidente da entidade, Natali Pereira de Oliveira.

De acordo com o edital, a pauta prevê a "deliberação e votação da proposta apresentada pela Prefeitura Municipal e a deflagração de greve". A inclusão do tema indica que as negociações entre representantes dos servidores e o Executivo municipal chegaram a um momento decisivo.

A convocação foi feita um dia depois do início das aulas em Campo Grande. O setor atingido pela greve é a dos assistentes educacionais e tem como principais reivindicações o reajuste salarial de R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil. A categoria também pede vale-alimentação, respeito ao limite de crianças por sala, direito a atestado de acompanhante, acesso a plano de saúde e a correção da nomenclatura do cargo.

Uma eventual paralisação poderia impactar o funcionamento desses serviços, atingindo principalmente o atendimento educacional na Capital.

Enquanto o ‘parquinho está pegando fogo’, o secretário municipal de Educação, Lucas Henrique Bitencourt, desviou de questionamentos sobre o indicativo de greve dos professores auxiliares da educação infantil em Campo Grande.

Durante o evento de abertura do ano letivo da Rede Municipal de Ensino, Bitencourt foi questionado sobre o assunto, detalhando que a educação infantil depende 100% das assistentes e que espera por uma solução rápida.

O titular da Semed evitou falar dos prejuízos por conta de uma possível paralisação das profissionais e se a rede tem um plano de preparação para seguir o atendimento às crianças.

“É uma pauta da Secretaria de Fazenda com a prefeitura e Secretaria de Governo. A gente preza e espera que tudo dê certo”, destacou Lucas Henrique Bitencourt.


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