Riedel tenta reeleição ao Governo de MS e declara R$ 16,1 milhões em bens

Dourados informa Luiz Guilherme


Eduardo Riedel, atual governador de Mato Grosso do Sul, volta às urnas em 2026 para tentar permanecer no comando do Estado por mais quatro anos. Filiado ao PP, ele disputa a reeleição depois de ter vencido a eleição de 2022 pelo PSDB.

Aos 57 anos, Riedel aparece no registro eleitoral com profissão de governador, ensino superior completo e declaração de R$ 16.147.849,34 em patrimônio.

A maior parte desse valor está relacionada à atividade rural. O candidato declarou R$ 12.250.222,42 em bens ligados ao exercício da atividade rural, além de R$ 2,08 milhões referentes a 521 cabeças de gado, avaliadas em média em R$ 4 mil cada.

Entre os bens declarados também estão valores mantidos em instituições financeiras, participações em cooperativas, créditos a receber e veículos.

Carros e motocicletas

Na lista apresentada à Justiça Eleitoral, Riedel declarou uma Ford Ranger 2024 avaliada em R$ 321.890, uma Ford Edge 2011 de R$ 96 mil e quatro motocicletas.

Entre elas estão uma BMW 2026, declarada por R$ 113.900; uma Yamaha 2017, avaliada em R$ 18 mil; e uma Honda 2019, de R$ 15.800.

O candidato também informou R$ 439.724,68 em depósitos bancários, incluindo valores em conta corrente, poupança e investimentos, além de R$ 624.344,36 em créditos a receber.

Há ainda participações em cooperativas agrícolas e de crédito, distribuídas entre instituições como Sicredi, Coamo e cooperativas ligadas ao setor agropecuário.

De 2022 para 2026

A eleição deste ano é a segunda disputa de Riedel pelo Governo de Mato Grosso do Sul. Em 2022, ele concorreu pelo PSDB e venceu o segundo turno, assumindo o cargo em janeiro de 2023.

Agora no PP, Riedel tenta renovar o mandato e aparece novamente como candidato ao Executivo estadual.

O plano de governo apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral reúne as propostas que deverão orientar a campanha e as prioridades previstas para um eventual segundo mandato.

Os valores do patrimônio são os declarados pelo próprio candidato à Justiça Eleitoral e não representam uma avaliação independente dos bens.


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